Politica Nacional


Alckmin diz que nome do PSDB sairá rápido

Em meio à expectativa da definição do candidato do PSDB à Presidência da República, o govenador paulista, Geraldo Alckmin, procurou evitar nesta sexta-feira dar pistas de quem será o escolhido.

"O personalismo está em segundo plano", disse Alckmin a jornalistas após cerimônia no Palácio dos Bandeirantes. Segundo ele, o importante é a união em torno de um grande projeto de desenvolvimento. "A escolha, para onde ela conflui, é uma decisão coletiva. O processo está amadurecendo, vai resolver rápido."

Alckmin, pré-candidato declarado à Presidência, se reúne nesta sexta-feira no Palácio dos Bandeirantes com o presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que está em São Paulo.

Os três também devem se reunir com o prefeito paulistano, José Serra, que disputa com o governador a indicação do partido. A expectativa é de que o PSDB bata o martelo até domingo.

Diante da insistência dos jornalistas sobre o processo de escolha do PSDB, Alckmin procurou mostrar que não existe uma fórmula para a definição.

"Política não é matemática, política é uma avaliação do momento. A avaliação do processo", afirmou o governador no que poderia ser uma alusão ao fato de ele ter pior desempenho do Serra nas pesquisas de intenção de voto.

Nós os debatedores da politica achamos que o Alckmin tem que ser o candidato pois caso perca nada mudará, mas ja se o Serra perde, o PSDB ficará sem alem da presidencia, sem governo, sem prefeitura, por isso achamos, tem que ser o Alckmin pra presidente.



Escrito por Debatedores da Politica às 14h47
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Lula defende reforma agrária que preserve o meio ambiente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje que os novos modelos de distribuição de terra incluam a preservação ambiental e a geração de energia renovável.

O recado foi dado através de uma mensagem lida por Miguel Rosseto, ministro de Desenvolvimento Agrário, durante a Conferência Internacional de Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural, que acontece em Porto Alegre até sexta-feira.

Segundo o presidente Lula, a reforma agrária que vem sendo empreendida por seu Governo, além de incluir pequenos agricultores na economia nacional, prevê a preservação da Amazônia e a produção de combustíveis naturais alternativos ao petróleo.

Na sua opinião, a Conferência, convocada pela FAO, deve colaborar na busca de "modelos que combinem a atividade econômica com a inclusão social e a preservação do meio ambiente".

Lula fez referência ao Projeto de Desenvolvimento Sustentável na Amazônia, desenvolvido por seu governo, e que pretende oferecer aos habitantes da região fontes de renda que não afetem o meio ambiente.

"Mas também precisamos de modelos que associem o desenvolvimento agrário a um dos mercados de ponta do planeta neste século: a substituição do petróleo por fontes renováveis de energia", disse.

Lula citou como exemplo o programa para produzir diesel natural (biodiesel) com fontes como o rícino e o girassol.

O combustível, ecológico e alternativo, começou a ser misturado este ano ao diesel mineral, numa percentagem inicial de 2% - mas que chegará a 8%. O combustível está sendo produzido por pequenos produtores rurais e assentados organizados em cooperativas.

Segundo Lula, a adoção do biodiesel pode gerar 60 mil novos empregos no campo apenas esse ano.

O presidente, que se definiu como um aliado da causa, disse na mensagem que "é necessário atualizar a bandeira da reforma agrária na agenda de desenvolvimento do século XXI".

Lula lembrou que o encontro em Porto Alegre, que reúne delegações de 80 países, acontece 27 anos depois da primeira Conferência sobre Reforma Agrária da FAO (Roma, 1979).

"Esse encontro devolve à reforma agrária a sua urgência contemporânea, freqüentemente omitida por visões reducionistas da economia e da sociedade", acrescentou.

Segundo Lula, a subsistência dos 3,3 bilhões de pessoas que vivem no campo, representando 52% da população mundial, depende da conquista de regras mais justas no comércio mundial, assim como de iniciativas multilaterais que facilitem o acesso ao crédito, à educação, à saúde e à tecnologia.

O presidente teve que cancelar sua participação na cerimônia de abertura da FAO devido à extensa agenda prevista na visita que iniciou hoje ao Reino Unido.

Contudo, Lula se reuniu na manhã de segunda-feira, em Brasília, com o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, de quem recebeu a medalha de ouro do Dia Mundial da Alimentação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje que os novos modelos de distribuição de terra incluam a preservação ambiental e a geração de energia renovável.

O recado foi dado através de uma mensagem lida por Miguel Rosseto, ministro de Desenvolvimento Agrário, durante a Conferência Internacional de Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural, que acontece em Porto Alegre até sexta-feira.

Segundo o presidente Lula, a reforma agrária que vem sendo empreendida por seu Governo, além de incluir pequenos agricultores na economia nacional, prevê a preservação da Amazônia e a produção de combustíveis naturais alternativos ao petróleo.

Na sua opinião, a Conferência, convocada pela FAO, deve colaborar na busca de "modelos que combinem a atividade econômica com a inclusão social e a preservação do meio ambiente".

Lula fez referência ao Projeto de Desenvolvimento Sustentável na Amazônia, desenvolvido por seu governo, e que pretende oferecer aos habitantes da região fontes de renda que não afetem o meio ambiente.

"Mas também precisamos de modelos que associem o desenvolvimento agrário a um dos mercados de ponta do planeta neste século: a substituição do petróleo por fontes renováveis de energia", disse.

Lula citou como exemplo o programa para produzir diesel natural (biodiesel) com fontes como o rícino e o girassol.

O combustível, ecológico e alternativo, começou a ser misturado este ano ao diesel mineral, numa percentagem inicial de 2% - mas que chegará a 8%. O combustível está sendo produzido por pequenos produtores rurais e assentados organizados em cooperativas.

Segundo Lula, a adoção do biodiesel pode gerar 60 mil novos empregos no campo apenas esse ano.

O presidente, que se definiu como um aliado da causa, disse na mensagem que "é necessário atualizar a bandeira da reforma agrária na agenda de desenvolvimento do século XXI".

Lula lembrou que o encontro em Porto Alegre, que reúne delegações de 80 países, acontece 27 anos depois da primeira Conferência sobre Reforma Agrária da FAO (Roma, 1979).

"Esse encontro devolve à reforma agrária a sua urgência contemporânea, freqüentemente omitida por visões reducionistas da economia e da sociedade", acrescentou.

Segundo Lula, a subsistência dos 3,3 bilhões de pessoas que vivem no campo, representando 52% da população mundial, depende da conquista de regras mais justas no comércio mundial, assim como de iniciativas multilaterais que facilitem o acesso ao crédito, à educação, à saúde e à tecnologia.

O presidente teve que cancelar sua participação na cerimônia de abertura da FAO devido à extensa agenda prevista na visita que iniciou hoje ao Reino Unido.

Contudo, Lula se reuniu na manhã de segunda-feira, em Brasília, com o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, de quem recebeu a medalha de ouro do Dia Mundial da Alimentação.



Escrito por Debatedores da Politica às 19h20
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